domingo, 6 de setembro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
BLOG DO FLEXA
Quero indicar um blog muito interessante de um grande amigo meu, Filipe Flexa
Cutam ai
http://filipeflexa.wordpress.com/
sexta-feira, 24 de julho de 2009
EM QUE VOCÊ SE GLORIA?
Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas;
Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O Rivotril e a oração
Ricardo Barbosa de Sousa
Recentemente a revista “Época” publicou uma matéria sobre o uso do Rivotril, uma droga contra a ansiedade, de baixo custo, que tornou-se o segundo remédio mais vendido no Brasil, atrás apenas do anticoncepcional Microvlar. Segundo a revista, apesar de a droga ser antiga e estar há mais de 35 anos no mercado, nos últimos cinco anos teve uma escalada impressionante de vendas, batendo inclusive analgésicos tradicionais, como Novalgina e Tylenol.
Este dado revela um cenário social preocupante sob vários aspectos. Além dos problemas mencionados na reportagem -- que vão desde o aumento dos transtornos de ansiedade e depressão na sociedade, até os milhões de dólares gastos em publicidade pela indústria farmacêutica, passando pelos atalhos usados por profissionais de saúde que não se preocupam em analisar as causas da ansiedade --, temos um quadro que desafia a fé e o chamado de Cristo.
Vivemos um tempo de muita violência, pressa, competição e medo. As inúmeras expectativas sociais, afetivas e profissionais geram inquietações e frustrações. As mudanças em diversos aspectos da vida acontecem numa velocidade enorme e tornam cada vez mais difícil para a pessoa discernir o que realmente importa e o que é possível. Os anseios internos e externos nos consomem. Amigos que requerem nosso tempo e atenção, projetos não concluídos e outros na fila à espera de tempo para serem considerados. O lar deixou de ser um lugar tranquilo. As várias televisões ligadas, a internet e os celulares transformaram o ambiente doméstico numa extensão da agitação que vivemos todo dia. Cada nova experiência nos traz exigências cada vez maiores.
Nos anos dedicados ao seu ministério público, Jesus trabalhou intensamente, enfrentou situações difíceis, violência e um complexo quadro social, político e econômico. E declarou em sua oração ao final do ministério: “Eu te glorifiquei na terra consumando a obra que me confiaste” (Jo 17.4). Compreender o significado desta declaração nos ajudará a lidar melhor com a ansiedade.
O reverendo Peter T. Forsyth disse em certa ocasião: “O pior dos pecados é a falta de oração”. Por meio da oração nós permanecemos com os olhos e a mente em Deus. Sua ausência intensifica nosso orgulho, e achamos que é possível viver sem Deus. A prática da oração nos preserva numa vida centrada na glória, no reino e na vontade de Deus. Foi assim que Jesus nos ensinou a orar.
Para muitos as tensões e ansiedades do trabalho vêm de chefes e diretores neuróticos. As incertezas do futuro, o ritmo acelerado das mudanças, a superficialidade dos relacionamentos, as exigências públicas e privadas cada vez maiores, são geradores de muita ansiedade. Porém, a oração nos ajuda a manter a vida focada em Deus, e nele aprendemos a descansar e reconhecer o que realmente importa.
O mundo de Jesus não era diferente; ainda assim, o vemos orando, reconhecendo que havia completado a obra que lhe fora confiada. É claro que, mesmo tendo curado muitos enfermos, outros tantos permaneceram doentes. Devolveu a dignidade a algumas prostitutas, coletores de impostos e endemoninhados, mas muitos continuaram na vil escravidão. Porém, a certeza de ter cumprido a tarefa que o Pai lhe confiara veio do lugar que a oração ocupou em sua vida.
Não podemos mudar a paisagem externa (agitação, competição, violência, consumo), mas podemos mudar a paisagem interna (confiança, entrega, descanso, paz). Uma vez que a paisagem interna é transformada, podemos entrar no mundo agitado da paisagem externa e contribuir para sua transformação.
Um momento de silêncio, meditação nas Escrituras e oração no início de cada dia muda radicalmente a paisagem interna e nos ajuda a olhar com mais serenidade a paisagem externa. Além desses minutos diários, precisamos nos recolher, pelo menos uma vez por semana, para um inventário pessoal, para ver se temos nos ocupado mais com Deus e sua vontade ou com a tirania das demandas sociais. A oração é o antídoto divino para a ansiedade.
• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração
Recentemente a revista “Época” publicou uma matéria sobre o uso do Rivotril, uma droga contra a ansiedade, de baixo custo, que tornou-se o segundo remédio mais vendido no Brasil, atrás apenas do anticoncepcional Microvlar. Segundo a revista, apesar de a droga ser antiga e estar há mais de 35 anos no mercado, nos últimos cinco anos teve uma escalada impressionante de vendas, batendo inclusive analgésicos tradicionais, como Novalgina e Tylenol.
Este dado revela um cenário social preocupante sob vários aspectos. Além dos problemas mencionados na reportagem -- que vão desde o aumento dos transtornos de ansiedade e depressão na sociedade, até os milhões de dólares gastos em publicidade pela indústria farmacêutica, passando pelos atalhos usados por profissionais de saúde que não se preocupam em analisar as causas da ansiedade --, temos um quadro que desafia a fé e o chamado de Cristo.
Vivemos um tempo de muita violência, pressa, competição e medo. As inúmeras expectativas sociais, afetivas e profissionais geram inquietações e frustrações. As mudanças em diversos aspectos da vida acontecem numa velocidade enorme e tornam cada vez mais difícil para a pessoa discernir o que realmente importa e o que é possível. Os anseios internos e externos nos consomem. Amigos que requerem nosso tempo e atenção, projetos não concluídos e outros na fila à espera de tempo para serem considerados. O lar deixou de ser um lugar tranquilo. As várias televisões ligadas, a internet e os celulares transformaram o ambiente doméstico numa extensão da agitação que vivemos todo dia. Cada nova experiência nos traz exigências cada vez maiores.
Nos anos dedicados ao seu ministério público, Jesus trabalhou intensamente, enfrentou situações difíceis, violência e um complexo quadro social, político e econômico. E declarou em sua oração ao final do ministério: “Eu te glorifiquei na terra consumando a obra que me confiaste” (Jo 17.4). Compreender o significado desta declaração nos ajudará a lidar melhor com a ansiedade.
O reverendo Peter T. Forsyth disse em certa ocasião: “O pior dos pecados é a falta de oração”. Por meio da oração nós permanecemos com os olhos e a mente em Deus. Sua ausência intensifica nosso orgulho, e achamos que é possível viver sem Deus. A prática da oração nos preserva numa vida centrada na glória, no reino e na vontade de Deus. Foi assim que Jesus nos ensinou a orar.
Para muitos as tensões e ansiedades do trabalho vêm de chefes e diretores neuróticos. As incertezas do futuro, o ritmo acelerado das mudanças, a superficialidade dos relacionamentos, as exigências públicas e privadas cada vez maiores, são geradores de muita ansiedade. Porém, a oração nos ajuda a manter a vida focada em Deus, e nele aprendemos a descansar e reconhecer o que realmente importa.
O mundo de Jesus não era diferente; ainda assim, o vemos orando, reconhecendo que havia completado a obra que lhe fora confiada. É claro que, mesmo tendo curado muitos enfermos, outros tantos permaneceram doentes. Devolveu a dignidade a algumas prostitutas, coletores de impostos e endemoninhados, mas muitos continuaram na vil escravidão. Porém, a certeza de ter cumprido a tarefa que o Pai lhe confiara veio do lugar que a oração ocupou em sua vida.
Não podemos mudar a paisagem externa (agitação, competição, violência, consumo), mas podemos mudar a paisagem interna (confiança, entrega, descanso, paz). Uma vez que a paisagem interna é transformada, podemos entrar no mundo agitado da paisagem externa e contribuir para sua transformação.
Um momento de silêncio, meditação nas Escrituras e oração no início de cada dia muda radicalmente a paisagem interna e nos ajuda a olhar com mais serenidade a paisagem externa. Além desses minutos diários, precisamos nos recolher, pelo menos uma vez por semana, para um inventário pessoal, para ver se temos nos ocupado mais com Deus e sua vontade ou com a tirania das demandas sociais. A oração é o antídoto divino para a ansiedade.
• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração
sábado, 4 de julho de 2009
COMO É BOM
De manhã e de noite
Como é bom [...] anunciar de manhã o teu amor leal e de noite a tua fidelidade. (Sl 92.1,2.)
Três salmos começam com a expressão “como é bom”: “Como é bom render graças ao Senhor” (Sl 92.1), “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” (Sl 133.1) e “Como é bom cantar louvores ao nosso Deus!” (Sl 147.1). Todos os que entoavam essas canções ao Senhor e todos os que hoje lêem esses salmos têm o mesmo gosto, a mesma opinião? É de fato bom agradecer, tomar o cálice comum e cantar? Se o livro dos Salmos está cheio de “como é bom”, o livro de Provérbios está cheio de “não é bom”: “Não é bom castigar o inocente, nem açoitar quem merece ser honrado” (Pv 17.26); “Não é bom ter zelo sem conhecimento, nem ser precipitado e perder o caminho” (Pv 19.2) e “Agir com parcialidade não é bom” (Pv 28.21).
No caso do Salmo 92, o “como é bom” abarca três gestos: como é bom render graças ao Senhor, como é bom cantar louvores ao Altíssimo e como é bom anunciar de manhã o amor de Deus e de noite a sua fidelidade “ao som da lira de dez cordas e da cítara, e da melodia da harpa” (Sl 92.1-3).
É muito significativa a mistura das ações de graça e dos louvores com a proclamação dos predicados de Deus. Na verdade, a gratidão sincera e o louvor sincero acabam desaguando na pregação do evangelho. Neste caso, o primeiro móvel da evangelização não é a ordem de Jesus de ir pelo mundo todo e pregar o evangelho a todas as pessoas (Mc 16.15), é a força da gratidão.
O agradecido não consegue ficar de boca fechada e de pés amarrados. A mulher samaritana não conseguiu ficar calada (Jo 4.28,29), o homem gadareno não conseguiu ficar calado (Mc 5.20), nem Paulo conseguiu ficar calado (At 9.20).
Retirado de “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006).
Como é bom [...] anunciar de manhã o teu amor leal e de noite a tua fidelidade. (Sl 92.1,2.)
Três salmos começam com a expressão “como é bom”: “Como é bom render graças ao Senhor” (Sl 92.1), “Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união!” (Sl 133.1) e “Como é bom cantar louvores ao nosso Deus!” (Sl 147.1). Todos os que entoavam essas canções ao Senhor e todos os que hoje lêem esses salmos têm o mesmo gosto, a mesma opinião? É de fato bom agradecer, tomar o cálice comum e cantar? Se o livro dos Salmos está cheio de “como é bom”, o livro de Provérbios está cheio de “não é bom”: “Não é bom castigar o inocente, nem açoitar quem merece ser honrado” (Pv 17.26); “Não é bom ter zelo sem conhecimento, nem ser precipitado e perder o caminho” (Pv 19.2) e “Agir com parcialidade não é bom” (Pv 28.21).
No caso do Salmo 92, o “como é bom” abarca três gestos: como é bom render graças ao Senhor, como é bom cantar louvores ao Altíssimo e como é bom anunciar de manhã o amor de Deus e de noite a sua fidelidade “ao som da lira de dez cordas e da cítara, e da melodia da harpa” (Sl 92.1-3).
É muito significativa a mistura das ações de graça e dos louvores com a proclamação dos predicados de Deus. Na verdade, a gratidão sincera e o louvor sincero acabam desaguando na pregação do evangelho. Neste caso, o primeiro móvel da evangelização não é a ordem de Jesus de ir pelo mundo todo e pregar o evangelho a todas as pessoas (Mc 16.15), é a força da gratidão.
O agradecido não consegue ficar de boca fechada e de pés amarrados. A mulher samaritana não conseguiu ficar calada (Jo 4.28,29), o homem gadareno não conseguiu ficar calado (Mc 5.20), nem Paulo conseguiu ficar calado (At 9.20).
Retirado de “Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos” (Editora Ultimato, 2006).
O ministério de intercessão de cada discípulo
Em Israel, dentre todo o povo, havia uma tribo escolhida especificamente para ministrar ao Senhor Deus no tabernáculo. Essa era a tribo de Levi, um dos 12 filhos de Jacó. Todo trabalho que estava relacionado ao tabernáculo, desde montagem e desmontagem a sacrifícios espirituais, era da responsabilidade dessa tribo. Eles eram chamados de Levitas. Estes, diferente do que muitos pensam, não eram somente músicos. Existiam várias funções dentro desta tribo e uma muito importante era a dos sacerdotes.
Os sacerdotes eram aqueles que ministravam diante do Senhor pelo povo. Era por intermédio deles que todos podiam ir até Deus.
Além de oficiar os sacrifícios e ofertas do povo à Deus, outra função muito importante do sacerdote era a de intercessor. Ele levava os nomes dos filhos de Israel em intercessão diante de Deus sempre quando entrava no santuário.
Assim, Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do SENHOR continuamente. (Êx.28: 29)
Todo sacerdote em Israel deveria sempre usar uma roupa sagrada para oficiar no seu ministério. Dentre outras coisas que compunham suas vestes sagradas, estava o peitoral1. Neste peitoral ele carregava os nomes dos filhos de Israel. Nunca poderia se separar de sua roupa sagrada pois, sempre deveria apresentar diante de Deus, em intercessão, os filhos de Israel. A estola sacerdotal2 e o peitoral nunca poderiam ser separados, ou seja, o ministério sacerdotal e a intercessão eram inseparáveis. Um estava ligado diretamente ao outro. Sempre que o sacerdote oficiava, ele levava sobre o seu coração, os filhos de Israel.
Hoje, como Igreja, todos foram feitos sacerdotes.
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;(1 Pedro 2:9 )
e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! (Apocalipse 1:6 )
e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra. (Apocalipse 5:10 )
Não existe mais uma tribo separada para ser sacerdote diante de Deus. A IGREJA é essa tribo.
Não podemos deixar de exercer o nosso sacerdócio. E como sacerdotes, somos inseparáveis da intercessão. Devemos sempre levar sobre nosso coração os filhos de Deus e suas causas. A intercessão é uma parte inseparável de nossa vida.
com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos (Ef. 6.18)
Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém! (Ef. 3: 14-21)
Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; (Colossenses 1:9 )
Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, (2 Ts 1:11 )
Nosso maior exemplo de intercessor é Jesus.
Ora, aqueles são feitos sacerdotes em maior número, porque são impedidos pela morte de continuar; este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável. Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. (Hebreus 7:23-25).
Sigamos o exemplo deste que nos chamou e que vive para interceder por nós. Vivamos também nós para interceder e veremos o que Deus pode realizar!
Os sacerdotes eram aqueles que ministravam diante do Senhor pelo povo. Era por intermédio deles que todos podiam ir até Deus.
Além de oficiar os sacrifícios e ofertas do povo à Deus, outra função muito importante do sacerdote era a de intercessor. Ele levava os nomes dos filhos de Israel em intercessão diante de Deus sempre quando entrava no santuário.
Assim, Arão levará os nomes dos filhos de Israel no peitoral do juízo sobre o seu coração, quando entrar no santuário, para memória diante do SENHOR continuamente. (Êx.28: 29)
Todo sacerdote em Israel deveria sempre usar uma roupa sagrada para oficiar no seu ministério. Dentre outras coisas que compunham suas vestes sagradas, estava o peitoral1. Neste peitoral ele carregava os nomes dos filhos de Israel. Nunca poderia se separar de sua roupa sagrada pois, sempre deveria apresentar diante de Deus, em intercessão, os filhos de Israel. A estola sacerdotal2 e o peitoral nunca poderiam ser separados, ou seja, o ministério sacerdotal e a intercessão eram inseparáveis. Um estava ligado diretamente ao outro. Sempre que o sacerdote oficiava, ele levava sobre o seu coração, os filhos de Israel.
Hoje, como Igreja, todos foram feitos sacerdotes.
Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;(1 Pedro 2:9 )
e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! (Apocalipse 1:6 )
e para o nosso Deus os constituíste reino e sacerdotes; e reinarão sobre a terra. (Apocalipse 5:10 )
Não existe mais uma tribo separada para ser sacerdote diante de Deus. A IGREJA é essa tribo.
Não podemos deixar de exercer o nosso sacerdócio. E como sacerdotes, somos inseparáveis da intercessão. Devemos sempre levar sobre nosso coração os filhos de Deus e suas causas. A intercessão é uma parte inseparável de nossa vida.
com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos (Ef. 6.18)
Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai, de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra, para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor, a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus. Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém! (Ef. 3: 14-21)
Por esta razão, também nós, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e de pedir que transbordeis de pleno conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e entendimento espiritual; (Colossenses 1:9 )
Por isso, também não cessamos de orar por vós, para que o nosso Deus vos torne dignos da sua vocação e cumpra com poder todo propósito de bondade e obra de fé, (2 Ts 1:11 )
Nosso maior exemplo de intercessor é Jesus.
Ora, aqueles são feitos sacerdotes em maior número, porque são impedidos pela morte de continuar; este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável. Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. (Hebreus 7:23-25).
Sigamos o exemplo deste que nos chamou e que vive para interceder por nós. Vivamos também nós para interceder e veremos o que Deus pode realizar!
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Deixando o Mundo do Lado de Fora
"Chegai-vos para Deus, e ele se chegará para vós. Limpai as
mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os
corações" (Tiago 4:8).
"Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda. Da
mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão
que constitui o perigo. Qualquer coisa que ofusca a minha
visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a
Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu
trabalho cristão, está errado para mim e eu devo
rejeitá-la." (J. Wilbur Chapman)
Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida? O lado externo
ou interno? Temos, como cristãos, repelido todas as
armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e
sedutoras que sejam? Temos compreendido que o nosso
testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome
do Senhor?
Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso
"pecadinho" não terá nenhuma influência em nossa vida
espiritual. Cremos dessa forma e estamos completamente
enganados. Um grande afastamento de Deus começa por um
pequeno passo a poucos centímetros dEle! E quanto mais longe
estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à Sua
presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que
necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna.
Quando um navio começa a afundar? Quando tem alguns
centímetros de água em seu interior. Quando um cristão
começa a afundar espiritualmente? Quando um pequeno pecado
se instala em seu coração. Se o comandante obtém sucesso em
deter a entrada de água logo no início, o navio se salva. Se
o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar
espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme
glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.
Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.
mãos, pecadores; e, vós de espírito vacilante, purificai os
corações" (Tiago 4:8).
"Não é o navio na água mas a água no navio que o afunda. Da
mesma forma, não é o Cristão no mundo mas o mundo no cristão
que constitui o perigo. Qualquer coisa que ofusca a minha
visão do Senhor Jesus, ou afasta-me do prazer de estudar a
Bíblia, ou paralisa minha vida de oração, ou dificulta o meu
trabalho cristão, está errado para mim e eu devo
rejeitá-la." (J. Wilbur Chapman)
Que lugar tem ocupado o mundo em nossa vida? O lado externo
ou interno? Temos, como cristãos, repelido todas as
armadilhas que o mundo oferece, por mais brilhantes e
sedutoras que sejam? Temos compreendido que o nosso
testemunho precisa glorificar, em todos os aspectos, o nome
do Senhor?
Muitas vezes cedemos às tentações crendo que o nosso
"pecadinho" não terá nenhuma influência em nossa vida
espiritual. Cremos dessa forma e estamos completamente
enganados. Um grande afastamento de Deus começa por um
pequeno passo a poucos centímetros dEle! E quanto mais longe
estamos do Senhor, mais difícil se torna o regresso à Sua
presença onde existe amor, carinho e todas as bênçãos de que
necessitamos para uma vida abundante, feliz e eterna.
Quando um navio começa a afundar? Quando tem alguns
centímetros de água em seu interior. Quando um cristão
começa a afundar espiritualmente? Quando um pequeno pecado
se instala em seu coração. Se o comandante obtém sucesso em
deter a entrada de água logo no início, o navio se salva. Se
o cristão rejeita o pecado logo que ele tenta encontrar
espaço em sua vida, a porta é fechada e ele segue firme
glorificando e engrandecendo o nome do Senhor Jesus.
Você pode viver no mundo, mas não o deixe viver em você.
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